Qual foi a pior contratação dos clubes da Série A em 2025? Vote

ge lista jogadores que chegaram cercados de expectativa e decepcionaram na temporada

| GLOBOESPORTE.COM / TOMáS HAMMES


Carrossel piores contratações — Foto: Imagens AGIF e GETTY
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Cotações

A temporada de 2025 encerrou no Brasil e algumas decepções ocorreram. O ge preparou uma lista com jogadores contratados cercados de expectativas, mas afundaram entre os times que disputaram o Brasileirão. Atlético-MG, Fluminense e Vasco contam com dois jogadores cada.

Confira abaixo como foi o ano de cada um e vote na enquete.

Veja também: + Contratações para 2026: quem chega e quem vai embora dos clubes que jogarão a Série A

Billal Brahimi (Santos)

O argelino foi contratado no fim de setembro para aumentar as opções no ataque. Chegava com a experiência de ter atuado no futebol inglês (Middlesbrough), francês (Reims, Le Mans, Angers, Nice e Brest) e belga (St. Truiden). Porém, decepcionou. Teve dificuldades de adaptação, idioma, técnica, tática e física. O resultado? apenas 26 minutos em campo no empate em 2 a 2 com o Bragantino.

Caio Paulista (Atlético-MG)

Foi contratado pelo Galo para recuperar o desempenho do período de São Paulo após passagem sem brilho pelo Palmeiras. Novamente ficou aquém das expectativas. Disputou 36 partidas, apenas 15 como titular. Contribuiu com uma assistência.

Cuéllar (Grêmio)

O colombiano chegou para ser o protetor da defesa e responsável por iniciar a construção. A expectativa tricolor era ver o volante dos tempos de Flamengo na Arena. Porém, o período no futebol árabe custou um preço. Sofreu com a readaptação. Teve dificuldade com questões clínicas e físicas e só participou de 28 jogos, 18 como titular. Deu uma assistência.

David Luiz (Fortaleza)

O zagueiro trocou o Flamengo pelo Laion no início do ano. Assinou contrato até o fim de 2026 com a missão de dar experiência e liderar a equipe. Não deu certo. No Pici, sofreu com lesões e rescindiu em agosto para rumar ao Chipre e defender o Pafos. Atuou apenas 16 vezes. O Fortaleza, sensação do futebol brasileiro nos anos anteriores, acabou rebaixado.

Emerson Royal (Flamengo)

O lateral-direito chegou em julho do Milan para encorpar o galáctico grupo de Filipe Luís. Os cariocas pagaram 9 milhões de euros (R$ 58 milhões) para tirá-lo da Itália. O ex-jogador da Seleção, no entanto, não se firmou. Fez apenas 19 partidas, anotou um gol e deu uma assistência.

Gabigol (Cruzeiro)

Predestinado no Flamengo, o atacante chegou à Toca da Raposa para liderar o time. Virou reserva de Kaio Jorge e nem de perto lembrou o jogador que se eternizou na Gávea e empilhou taças como protagonista. Disputou 49 partidas, mas apenas 23 como titular. Marcou 13 gols, seis deles no Brasileirão, e deu quatro assistências.

Gabriel Veron (Juventude)

O atacante foi contratado na metade do ano para fortalecer o sistema ofensivo. Emprestado pelo Porto, tinha a esperança de reencontrar o futebol do início da carreira, no Palmeiras. Só participou de 13 jogos, não fez um gol sequer e o Juventude acabou rebaixado.

Igor Rabello (Fluminense)

Contratado em agosto para aumentar as opções da defesa, o zagueiro não repetiu os desempenhos dos períodos de Botafogo e Atlético-MG. Só disputou quatro partidas, duas delas como titular, e permaneceu em campo 143 minutos.

Loide Augusto (Vasco)

O angolano desembarcou em São Januário em fevereiro. Foi contratado junto ao Alanyaspor, da Turquia, por 1,5 milhão de euros (R$ 9 milhões) e um vínculo até o fim de 2027. As expectativas acabaram frustradas. Esteve em campo 18 vezes sem balançar as redes. Em setembro, foi emprestado a outro clube o Rizespor. Ficou famoso pelo "meme" envolvendo o técnico Fernando Diniz.

Maurício Lemos (Vasco)

Contratado para ser o xerife da zaga, o uruguaio decepcionou. Com a bagagem do futebol europeu e o Atlético-MG, não rendeu e atuou apenas oito vezes. A partida mais recente disputada ocorreu em 2 de agosto, quando o Vasco perdeu para o Mirassol por 3 a 2.

Óscar Romero (Inter)

Chegou ao Inter para ser opção a Alan Patrick. Pediu para ter chance como volante e atuou até aberto na ponta. Em posição alguma deu certo. Ramón Díaz tentou recuperá-lo, mas também afundou. Disputou 20 partidas, fez um gol e deu duas assistências.

Rafael Tolói (São Paulo)

O zagueiro voltou ao Morumbis após 10 anos. O desempenho, entretanto, ainda não se repetiu. Nem de perto lembrou o que apresentou na Itália e o permitiu atuar pela Azzurra. Teve uma lesão na coxa esquerda e outra no quadril. Só entrou em campo em sete oportunidades.

Reinier (Atlético-MG)

Revelado pelo Flamengo e comprado muito jovem pelo Real Madrid, o meia foi contratado pelo Galo em agosto. Com passagens por Borussia Dortmund, Girona, Granada e Frosinone, Reinier tentava confirmar as expectativas e deixar de ser a eterna promessa. Não balançou as redes e só contribuiu com uma assistência em 20 jogos.

Rwan Cruz (Botafogo)

O atacante foi trazido do Ludogorets em fevereiro por 8 milhões de euros (R$ 48,3 milhões). No Glorioso, não repetiu o desempenho da Bulgária. Só balançou as redes duas vezes em 14 partidas e acabou repassado por empréstimo ao Real Salt Lake, dos EUA, em julho.

Santiago Moreno (Fluminense)

Os cariocas desembolsaram R$ 32 milhões para retirá-lo do Portland Timbers em agosto. O futebol do colombiano, até o momento, não veio dos Estados Unidos. Sofreu com a adaptação ao futebol brasileiro e o Tricolor tentou ajudá-lo. Familiares vieram ao Brasil, mas ainda sem a resposta desejada. Só participou de cinco jogos. O mais recente foi a derrota por 2 a 1 para o Mirassol em oito de agosto. Não marcou até o momento.



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