Análise: Fluminense se salva de goleada e vai sob pressão para semifinal da Libertadores

Segundo tempo ruim contra o Santos complica situação no Brasileiro às vésperas de decisão contra o Palmeiras

| GLOBOESPORTE.COM / GIBA PEREZ


Castillo comemora o gol do Fluminense contra o Santos — Foto: Alexandre Durão
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O Fluminense perdeu para o Santos por 2 a 1 no Maracanã pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, a terceira derrota seguida do time de Marcão na temporada. Um resultado que reflete o que aconteceu em campo e aumenta a pressão para o jogo de volta da Libertadores contra o Palmeiras, na próxima quarta-feira, às 21h30 no Nubank Parque, em São Paulo.

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O treinador optou por escalar reservas pensando justamente na eliminatória continental, viu o time cair duas posições, para a 5ª, na tabela da competição, no limite das vagas para a Libertadores de 2027.

Apenas Renê, Nonato e Canobbio considerados titulares estiveram entre os 11 iniciais. Apesar disso, o começo da partida foi muito bom ,mas durou pouco. Castillo precisou de quatro minutos para abrir o placar em bola que sobrou no escanteio.

Era pelo lado direito que o time conseguia levar mais perigo, com Canobbio atacando as costas de Barreal improvisado. Foram pelo menos três boas escapadas por ali no primeiro tempo que poderiam ter feito o time ampliar a vantagem.

Na defesa, Hércules e Nonato faziam boa proteção à zaga e evitavam as trocas de passes entre Neymar, Coutinho e Gabigol. A melhor chance do camisa 10 terminou em boa defesa de Fábio já nos acréscimos antes do intervalo. Era um prenúncio do que estava por vir no segundo tempo.

Apagão e desorganização

O Fluminense voltou do intervalo apenas fisicamente. Pouco intenso, permitiu ao Santos controlar a bola por cinco minutos quase sem interrupções até que Gabigol empatou o jogo.

O time seguiu forçando passes e bolas longas, sem conseguir sair do campo de defesa ou levar perigo à defesa santista. Quatro minutos depois foi vez de Coutinho virar de cabeça.

Foi já em desvantagem que Marcão resolveu convocar a cavalaria para tentar a vitória. Ganso, Hulk, Savarino e Wesley Natã entraram, mas o panorama pouco mudou. O time rodava a bola devagar quando a tinha e não encontrava espaços na defesa rival. Sempre que perdia, dava campo para contra-ataques perigosos.

Foi a entrada de Serna no lugar de Nonato que mudou o panorama… dos dois lados. O colombiano criou a principal chance em uma bola longa que cruzou para Savarino parar em defesa de Diógenes. Ao mesmo tempo, o Fluminense se abriu completamente aos ataques santistas, que só não terminou com quatro ou cinco gols marcados por conta dos próprios erros.

O foco é no grande objetivo na quarta-feira. A semifinal da Libertadores define os rumos da temporada, o humor da torcida e o futuro do clube.

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